quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Novidades para os desenvolvedores Adobe Flex

Novos releases da Adobe para Flex SDK, Flash Builder and Flash Catalyst. 
Confira em The official Flex team blog.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Debatendo Saas

Artigo publicado no blog de Cesar Taurion da IBM sobre SaaS.

Clique aqui e confira.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Software como serviço: modelo ganha fôlego no País

Enquanto o setor amadurece, ainda precisa enfrentar barreiras, em especial, em relação aos custos de gerenciamento.


Fonte: COMPUTERWORLD

21 de setembro de 2010 - 07h00

“Estamos prestes a ter uma ruptura na forma de comercialização de software”, prevê o professor Fernando Meirelles, da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Para ele, os sintomas mais evidentes dessa transformação é o avanço do SaaS (software como serviço), observado durante 2009. Ambos, na opinião do pesquisador, resultados de uma “grande insatisfação do usuário com as opções atuais de oferta”. 

Os especialistas consideram que SaaS faz parte do caminho de amadurecimento da oferta de recursos para cloud computing (computação em nuvem). O movimento da indústria confirma essa perspectiva. Entre meados do ano passado e o início de 2010, IBM, SAP, Oracle e Totvs começaram a comercializar alguns de seus programas como um serviço remoto. Até a Microsoft lançou em abril sua plataforma de nuvem para hospedar aplicações, com o Windows Azure, e colocou à venda, como serviços, soluções de colaboração e mensagens – o BPOS-Business Productivity Online Suite. 

De forma geral, contudo, e em especial na faixa de aplicações complexas, o modelo de SaaS e as promessas de nuvem ainda recebem críticas e precisam superar problemas, como preços nem sempre competitivos (a taxa mensal do serviço pode chegar a duas vezes o da licença, segundo analistas e CIOs) e, principalmente, custos escondidos de gerenciamento. “Ninguém tem ideia de qual será o modelo que vai vingar. De um lado, há usuários bravos com o modelo tradicional; de outro, baixa aceitação às novas propostas”, analisa Meirelles. 

O professor da FGV-SP garante que tem visto de tudo, até contratos de risco, nos quais, se não for obtida a economia prometida pelo fabricante, por exemplo de 20%, o cliente só paga 80% do valor acertado. “Mas não tem jeito, ou o usuário reduz o nível de serviços, ou vai pagar mais lá na frente, na governança e na gestão”, alerta o especialista.

Uma das primeiras entre as grandes do setor a se reinventar, a IBM obteve mais de 90% do seu lucro global, em 2009,  com negócios na área de software, serviços e finanças (o Banco IBM). A prestação de serviços já é mais de 50% do faturamento, inclusive no Brasil. 

Como parte da estratégia, a IBM comprou 108 empresas na última década, principalmente na área de software, relata o vice-presidente de vendas da subsidiária local, Marcelo Spaziani. Nos últimos três anos, a empresa também absorveu três empresas que devem suportar ofertas de cloud computing: Cast Iron, Sterling Commerce e Coremetrics.

A Oracle também já sente os efeitos da oferta de software como serviço. Os sistemas de gestão de relacionamento com clientes (CRM) fornecidos pela companhia já têm receita igualmente dividida entre venda de licenças e prestação de serviços, 
segundo o presidente da empresa no Brasil, Cyro Diehl. 

E Meirelles, da FGV, reconhece que foi um lance "inteligente" da Oracle ter adquirido a Sun Microsystems, com experiência notória em plataformas abertas e desenvolvimento, componentes importantes para o futuro modelo, baseado na internet.

Nem tudo são flores no mercado de SaaS. Um estudo do Gartner, por exemplo, chama a atenção para os custos escondidos na contratação de CRM como serviço. Diz que empresas como a Salesforce.com, RightNow Technologies, Oracle (Siebel CRM On Demand) e NetSuite cobram mensalidades parecidas, mas têm termos e valores muito diferentes quando se trata de níveis de serviço, garantias de testes, tempo de resposta, storage, segurança e manutenção.
Na opinião do gerente de pesquisas corporativas da IDC Brasil, Reinaldo Roveri, os eventuais desequilíbrios devem ser superados em quatro ou cinco anos, quando a computação em nuvem se tornar competitiva.





sexta-feira, 16 de abril de 2010

5 vantagens para a virtualização de dados



A virtualização não é um processo novo, mas muitas empresas só começaram a testar o processo agora. Mais quais são as suas vantagens?

Guilherme Araújo, diretor comercial da Online Brasil, sugere cinco pontos, que ele considera como os principais do processo.
“Nos últimos anos, a virtualização de servidores ganhou popularidade. Hoje, entretanto, também a virtualização de desktops e bancos de dados provam ser boas opções para muitas empresas”, diz Guilherme Araújo, diretor comercial da Online Brasil, que atua há 17 anos na indústria de TI.

Segundo o especialista, o modelo será utilizado para criar ambientes mais racionais, gerar economia de espaço e recursos. Confira as cinco vantagens da virtualização, segundo Guilherme Araújo:

1- Racionalização da manutenção: reduzindo o número de servidores físicos é possível cortar gastos de manutenção do hardware de forma relevante;

2- Melhor uso de recursos: Todo crescimento implica em aumento de gastos. Mas quem consegue fazer mais com menos certamente economiza energia elétrica, espaço, refrigeração e administração;

3- Autonomia de aplicativos: quando cada aplicativo está inserido em seu próprio servidor virtual é possível evitar que upgrades e mudanças gerem impacto em toda rede e venham a comprometer a rotina de trabalho;

4- Ganho de eficiência: a virtualização permite apresentar produtos, serviços e projetos ao mercado com maior agilidade, já que é possível acessar desktops remotamente e com segurança;

5- Conformidade ideal: várias tecnologias de sistemas operacionais podem coexistir em uma única plataforma. Ou seja, é possível haver sistemas Windows e Linux coabitando o mesmo espaço, o que é uma grande vantagem para as empresas que vêm renovando sua infraestrutura de TI ao longo dos anos.


James Della Valle, de INFO OnlineSexta-feira, 16 de abril de 2010 - 16h32Ilustração: montagem com imagens da internet

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Intel mostra em NY software que lê a mente


Intel mostra em NY software que lê a menteNOVA YORK - A leitura da mente pode não ser mais domínio dos médiuns ou de advinhas: agora, computadores também são capazes de fazer isso.

A Intel ontem apresentou uma das suas inovações tecnológicas em Nova York. Um dos projetos em desenvolvimento é o software que usa imagens scanneadas do cérebro para determinar o que as pessoas estão pensando.
O programa analisa imagensMRI funcionais para descobrir quais partes do cérebro da pessoa está sendo ativada conforme ela pensa.

O pesquisador do Intel Labs Dean Pomerleau disse que, em testes, o software acertou 90% das vezes em qual de duas palavras a pessoa pensava.

A tecnologia poderia um dia ajudar deficientes mentais a se comunicar. Além disso, Pomerleau vê o projeto como um relevante avanço no controle da tecnologia apenas por pensamentos.



Associated PressQuinta-feira, 08 de abril de 2010 - 16h03